Depois de um período de pesadas leituras teóricas, noites dedicadas a estudos e dias engolidos pelo trabalho, resolvi sentir o gosto de cloro.

Mergulhei.

Tomei um banho de sensibilidade.

Fiquei imersa em imagens.

Eu, uma precária leitora de graphic novel e ele, um nada precário artista, nos demos muito bem logo nas primeiras páginas.

Bastien Vivés, em O Gosto de Cloro utiliza o silêncio com maestria. Folhear suas tão bem desenhadas páginas descansa. Não há barulho, não há excesso. Há o necessário: a história.

E às vezes, o que precisamos é mergulhar. No profundo. No silêncio. Onde a gente se renova, dá um tempo, “toma gosto”.

VIVÉS, Bastien. O gosto do cloro. São Paulo: Leya, 2012. 144p.

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