Sobre “A história de Carmen Rodrigues”

Carmen já não podia aceitar a situação imposta por um marido negligente, violento e opressor, mas livrar-se dele parecia utopia. Até descobrir o verdadeiro amor e nele encontrar a força necessária para romper as barreiras e batalhar, ao lado de Clarissa, para viver o sonho de ser empresária e de ter uma família saudável e unida.

Mas quando o ex-marido resolve tirar dela a guarda do filho e suas conquistas, Carmen precisa contar com os amigos e com a companheira Clarissa para se reerguer.

“A história de Carmen Rodrigues” é uma biografia ficcionalizada de todos nós que lutamos para transpor barreiras; é um grito contra o preconceito; é uma história de companheirismo, amor e cumplicidade, pilares que nos garantem força para a luta.

“— Clarissa. Muito prazer. Onde devo começar?
Carmen encarou, por alguns segundos, a mão estendida para ela. Grande, o dorso era da cor de chocolate, a palma, mais clara. Depois de segurá-la, duvidou que mão tão macia pudesse pertencer a alguém de ocupação tão rude. A leveza do toque a distraiu até que Clarissa recolheu o braço.
(…)
Ao despedir-se de Clarissa, Carmen sentiu que seus lábios sorriam como jamais fizeram antes. Desejou que o dia seguinte começasse o mais rápido possível.” 

Esta é a história de Carmen, de Clarissa e do amor entre elas. É a história de uma família que deseja realizar sonhos, mesmo que para isso seja necessário lutar contra os mais difíceis obstáculos.

Este é um livro contra o preconceito e a favor da liberdade de sermos quem verdadeiramente somos.

Comentários de leitores:

“Ei, Ana Luiza, acabei de ler a História de Carmen Rodrigues. Comprei o livro no sábado, comecei a lê-lo no domingo. Há tantas Carmens, Clarissas, Silvias, Jorges/Micheles, Juvenais, enfim, e o antagonismo/preconceituoso/adoecido de Marcos,além de Sílvias/dissimuladas, não é verdade? Mas saber contar com uma narrativa que prende, do começo ao fim, é uma experiência prazerosa para o leitor (a).” —Iracema Amaral

“‘Afinal, quantos lados tem o mundo no parecer dos olhos do camaleão?’ E é isso mesmo que a vida ensina… que tenhamos olhos de camaleão para ver além da reta, do óbvio, outras formas de amor, outros desejos de ser e viver. É uma história sofrida, por vezes parecida com a minha, de tantas outras mulheres e homens. É também uma história de superação, de amizade, amor e conquistas. Ela aponta saídas! Porque aquele que só lamenta vive preso em si mesmo. Marcos bem que poderia ter morrido no final, mas preconceito não morre. É a nossa atitude diante dele que o prende, o diminui, o enfraquece. E atitude não faltou na história! Adoro finais felizes!! Parabéns pela ousadia da obra!! Você nos representa!!!” —Waldete Garcia Passos

“O livro é encantador, mostra a relação de amizade, de amor, cumplicidade, a questão da mãe apesar de tudo manter seu filho sempre vendo uma visão boa do pai, o extremismo da religião, muitas vezes por caras que acham que isso vai diminuir as merdas que fazem e claro, a relação do preconceito. Enfim, adorei o livro, aguardo o próximo. Fico muito feliz de voltar para o mundo da leitura podendo ler um livro muito bem elaborado que se tornou muito especial. Obrigada por proporcionar a mim, essa leitura.” —Dayhanne Langkammer

“Oi, Ana Luiza! Estou escrevendo pra dizer que adorei o seu livro! O marido preconceituoso e psicopata foi construído de uma forma tão incrível que eu podia ver pessoas conhecidas (e desconhecidas) em todas as falas e atitudes dele. Gostei muito da ordem e da distribuição dos capítulos, aguçam muito a curiosidade! Senti raiva em muitos momentos, sorri em outros… A história é muito inspiradora! Com certeza existe muita Carmen por aí (em todas as fases dela!). Gosto muito da sua forma de escrever! Parabéns! E que venham os próximos! Sucesso! Beijos.” —Roberta Pimentel

“Ana Luiza, olha aonde seu livro foi passear. Já comecei a ler e estou gostando muito, principalmente de seu estilo narrativo. A leitura flui facilmente pela forma com que você escreve. Parabéns!!!” — Walter Barbosa em Valinhos, SP

“Ana, já conversamos algumas vezes sobre Carmen… e os depoimentos que vem sendo postados a respeito do livro tem em comum o elogio da escrita, a facilidade da leitura, a fluidez (no bom sentido) da trama, a importância do tema. Hoje, após rever a cena de amor e cumplicidade das personagens de duas atrizes ícones da dramaturgia brasileira Fernanda Montenegro e Nathalia Timberg, que vivem um casal de lésbicas aos 80 anos, após ouvir o texto das mesmas personagens “nosso casamento é um ato político!”, reitero: “A história de Carmen Rodrigues” é, também, um ato político!!! Vida longa para as Estela, Teresa, Carmen, Clarissa e tantas outras que nos representam.” —Vanessa Juliana

“Normalmente leio livros sobre cavernas, geomorfologia cárstica, geologia e geografia militar… Além destes, me dedico a livros de história, principalmente, das duas grandes guerras mundiais… Essa semana fui visitar uma amiga escritora e, claro, cobrar uma dedicatória e um autógrafo no meu exemplar de “A história de Carmen Rodrigues”… Embora uma biografia ficcionalizada, esse livro bem que parece com os muito a casos verídicos que ocorreram nos tempos de guerra e paz… Recomendo a leitura!” —Luiz Eduardo Panisset Travassos

“Ao terminar de ler seu livro, em meio a grandes mudanças na minha vida, senti enorme desejo de agradecer por sua sensibilidade ao escrever uma obra real e que toca o coração de quem lê.  Chorei, sorri…Obrigada.” — Quedima Souza

“Recebi de BH uma obra – dessas extremamente necessárias ao momento atual: “A História de Carmen Rodrigues”, de Ana Luiza Libânio: narrativa sobre separações heteronormativas e descobertas homoafetivas, inflada de um anseio de liberdade, que é, para a protagonista, a trilha necessária à felicidade e à descoberta de si mesma. Na trama, Carmen Rodrigues vivencia o drama da separação litigiosa, condição para viver em plenitude seu amor. Além da problematização do conceito de “família” (termo que tem sido patenteado por lunáticos religiosos infiltrados no Congresso Nacional), o que mais me fisgou na leitura foi a descrição fluida e poética do cotidiano, em suas miudezas e texturas. Friso, assim, que a relevância do tema não coloca em segundo plano a literatura em si e a intensidade da fruição literária. O leitor se apega a Carmen Rodrigues logo nas primeiras páginas, pois, sendo hetero ou gay, identifica-se com a dimensão humana da personagem. Leitura imprescindível para estudiosos das identidades, para os amantes da boa narrativa, para os que defendem um conceito plural de família, rastreado pelo amor, não por determinações fascistas. À venda nas melhores livrarias (e na internet, claro)!” — Luiz Fernando Braga, professor de literatura da Universidade Federal Fluminense

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Clique aqui para ler a resenha escrita pela professora chilena Silvia Sáinz Sepúlveda.

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